Com o passar dos anos, o mundo mudou, a família mudou e a escola, como parte da sociedade, também mudou.
A melhor maneira de escolher uma escola é visitando.
Clique no link e leia o texto preparado especialmente para orientá-lo.
Afinal, seu filho só tem uma escolha: a que você fizer !
Como escolher uma escola?

(3.31mb)
Com o passar dos anos, o mundo mudou, a família mudou e a escola, como parte da sociedade, também mudou.
No seu tempo havia computadores em todos os lugares? As máquinas fotográficas eram digitais? Para
pesquisar sobre algum assunto bastava clicar na internet e em segundos milhares de informações chegavam?
Hoje é assim.
Entretanto, para algumas coisas, essas mudanças não servem muito, e escolher uma escola é uma
delas. O primeiro erro é tentar trocar uma visita presencial por uma visita virtual. Muitas famílias deixam-se
influenciar por bonitos sites e fotos ou ainda param logo após um telefonema.
As indicações feitas por outros pais de alunos da mesma escola representa 80% das novas matrículas
das escolas brasileiras. Por isso, conversar com um deles pode ser uma boa dica. Normalmente para a maioria
dos outros 20% o caminho para se conhecer uma escola é assim: após uma busca pela internet e uma rápida
visita ao site, a família liga e pergunta o preço. Depois faz isso com outras escolas e só vai visitar a mais
barata ou as duas ou três mais baratas. Aqui começa um erro clássico de avaliação.
O preço é importante? Claro, caso contrário é possível não poder arcar com os custos nos meses
vindouros e haverá problemas de inadimplência, o que é ruim tanto para a família quanto para a escola. Mas
dentro da possibilidade da família, existem variáveis de valores e nem sempre o que parece mais barato é assim.
Se eu dissesse a você que uma boneca custa R$ 35,00 isso é caro ou barato? Se você pensou “depende”...
é a resposta correta. Se a boneca desmontar junto com a embalagem, é cara. Mas se falar, andar e vier
com acessórios está barata...
Do ponto de vista prático visitar a escola é a melhor solução.
Conhecer a sua proposta pedagógica, o espaço, o trabalho que efetivamente é feito. São dados que vão
ajudar. Coloque no papel tudo o que a escola oferece (além do “feijão com arroz”) e veja o que isso significa
em termos de custo.
Por exemplo: oferece almoço? Oferece atividades esportivas? Oferece reforço? Qual o
custo disso para você e qual o custo disso se precisasse pagar fora da escola? Vai ter que pagar apostila?
Taxas? Quantas, Quais? Pede-se dinheiro no dia dos pais, da criança, das mães, sabe-se lá mais quando?
Também é preciso analisar se a linha da escola é adequada aos valores da sua família. Deve-se visitar a
escola de preferência com a criança, que é quem vai passar boa parte de sua infância no lugar. Essas visitas
vão permitir ver diferenças entre instituições.
Durante a visita, use os sentidos. É limpa? Banheiros? É um lugar gostoso de ficar? Mistura alunos
mais velhos com mais novos? Como é o recreio? Quem cuida das crianças? Como elas interagem entre si?
Visite mais de uma vez a escola durante o horário de funcionamento e desconfie se tiver que marcar hora ou
se for atendida numa sala fechada.
Se, durante o processo de escolha da escola, é aconselhável que os pais promovam um amplo questionamento
a respeito dos métodos da instituição, após tomada a decisão eles devem delegar. É um erro bastante
comum atravessar o ano letivo discutindo com a escola os procedimentos dos professores no dia-a-dia.
Feita a
matrícula, dê o necessário voto de confiança. Se cada um puxar para um lado (família e escola) a criança
“ficará no meio”, sem referências tão importantes nessa fase, e fatalmente será prejudicada.
Nenhuma escola
muda sua linha pedagógica em função de uma família.
Se escolheu, confie. Se não confiar, mude. Ou nem
matricule.
Mitos e Verdades
Localização
Às vezes as melhores escolas não estão próximas de casa. Há que se avaliar a qualidade e o trânsito. Há o
recurso dos transportes. Faça um teste prático nos horários de entrada e saída de seu filho. Avalie quanto
tempo leva e se isso não vale à pena por causa da qualidade da escola.
Alunos por sala
O mito diz que muitos estudantes na sala (na rede pública são 40) diminui a possibilidade de o professor dar
uma atenção mais individualizada. Por outro lado, a diversidade de alunos enriquece o trabalho da turma.
Existem bons professores que trabalham muito bem com 40 alunos e péssimos professores que trabalham com
meia dúzia.
Em época de crise econômica, as salas ficam mais vazias. Em outras, mais cheias. Avalie o trabalho
que é realizado na sala e não a quantidade de alunos.
Infra-estrutura
A boa infra-estrutura depende, entre outras coisas, da idade da criança. Evidentemente, quanto maior a infraestrutura
(biblioteca, laboratórios, quadras), melhor para o aluno. Em informática, a escola ideal tem computadores
na sala de aula. Biblioteca é uma obrigação. Espaços para esportes, também. Piscina é dispensável pois
em geral não é usada. A não ser para impressionar na primeira visita.
Escola não é clube. É um lugar de
estudo e desenvolvimento para a criança. Constate se tudo o que foi mostrado é efetivamente usado. Veja o
estado do ambiente (limpo? Conservado?). Verifique quem e como utiliza. É o professor? É um especialista?
Como é utilizado? Pergunte em que dia, em que horário e peça para ver o espaço / equipamento sendo utilizado,
mesmo que isso signifique ter que voltar outro dia. Qualquer tipo de subterfúgio deve ser motivo de
desconfiança. Anote tudo para conferir depois.
Língua estrangeira
Quanto mais jovem, mais fácil é aprender uma língua estrangeira. Mesmo aos 2 ou 3 anos de idade já dá para
trabalhar uma segunda língua com brincadeiras e canções. Se isso não for muito bem dimensionado atrapalha
a alfabetização. Veja quem faz isso, quem coordena, que materiais didáticos são utilizados. Tem inglês como
atividade extra para compor os estudos? Quanto custa? E os cursos “de fora”, quanto custam? Compare!
Disciplina
Limites claramente definidos, impostos pela escola (como ter que usar uniforme e não poder chegar atrasado à aula) ajudam o aluno a se organizar. Deixar “correr solto” incentiva a irresponsabilidade. Como é essa escola?
Data de fundação
Escolas com mais idade têm seu modelo pedagógico mais consolidado e professores mais experientes. Escolas
novas ou muito pequenas (em geral que só tem pré-escola e pouca experiência) há o risco de ocorrerem
erros ou surgirem lacunas na formação. Procure verificar os cadernos das crianças e comparar com outras
escolas. Isso ajuda a constatar o desenvolvimento das crianças na escola.
Metodologias
Muitos pais ficam preocupados com as diferentes linhas pedagógicas adotadas por cada escola. Entretanto
a maioria desconhece as linhas pedagógicas. E para piorar, o que é bonito na teoria, nem sempre funciona
na prática.
Ouve-se muito em Tradicional, Construtivista, Montessoriana, Waldorf, entre outras. Mas conhecer
cada uma delas é coisa para especialista e não para os pais.
Em geral, a preocupação deve ser a seguinte: o
que se faz na escola está preparando para a realidade que a sociedade vai exigir do meu filho no futuro? Com
essa metodologia ele vai ser capaz de lidar bem na relação com a família, amigos, emprego, vestibular?
Algumas aquisições cognitivas só são adquiridas em determinada faixa etária, por isso não podemos pensar
que “isso ele pode aprender mais tarde”. Uma alfabetização deficiente pode comprometer a interpretação de
textos na universidade.
Na dúvida, escolha uma escola que tenha a mesma metodologia há muitos anos. Isso prova que além
de não estar com modismos, a escola sabe o que, na prática, vem dando certo. Caso contrário não teria sobrevivido
todos esses anos.
Não se deixe influenciar pelos nomes. “Construtivismo”, por exemplo não é um método. É uma
corrente teórica. É o nome pelo qual se tomou conhecida uma nova linha pedagógica há pouco mais
de uma década. As maiores autoridades do construtivismo, contudo, não costumam admitir que se
trate de uma pedagogia ou método de ensino, por ser um campo de estudo ainda recente, cujas
práticas ainda requerem tempo para amadurecimento e sistematização. Ou seja, uma teoria de
como as práticas (talvez) possam se dar. Se uma escola disser que é do “método” construtivista, já está mostrando que desconhece o que tenta fazer.
No extremo oposto está o termo “Tradicional”, que nos remete às palmatórias e castigos
rígidos. Na verdade, uma escola que se diz tradicional pode significar apenas que não assume
modismos. Nela é possível encontrar momentos adequados de construtivismo. Veja o material de
dois alunos de seis anos:
Escola “Construtivista”
|
Escola “Tradicional” |
Imagine o tempo que será gasto para que a primeira criança alcance o estágio de desenvolvimento
da segunda, o esforço que ela vai ter que fazer e tudo o que ela vai deixar de fazer enquanto
corre atrás do prejuízo...
Lembre-se: a primeira coisa a fazer é visitar a escola !
Einstein: escolha certa também no seu bolso!
Por que o Einstein e não outra escola? O que eu ganho a mais?
Muitas escolas não têm soluções para os problemas educacionais do dia-a-dia e pensam em
compensar seus custos de outras maneiras. Aqui não. Educação é coisa séria e nossos princípios são
muito claros. Só aqui no Einstein você encontra a extensão de sua casa.
Veja algumas das nossas diferenças e também o que você ganha aqui:
1) Só neste ano, 8 alunos deixaram de usar fraldas graças ao nosso trabalho experiente em
sala de aula (desde 1967).
2) Este ano 322 alunos ficaram doentes e faltaram, e nós fizemos 322 ligações para saber se
era grave e quando eles voltariam, porque nos preocupamos com cada um deles!
3) 56 alunos do Ensino Fundamental ll, foram convidados por bimestre, para fazer reforço
escolar com aulas duas vezes por semana. Note que uma aula particular em Osasco custa em média
R$35,00 a hora. Para nossas famílias foi CUSTO ZERO!
4) 6 projetos sociais foram realizados envolvendo alunos do Einstein e escolas do exterior
através da UNESCO: aqui formamos cidadãos de verdade.
5) Nossos alunos podem optar por cursos opcionais extra-curriculares como diversas modalidades
de esporte, artes ou instrumentos, cujos valores são muito abaixo dos cobrados fora da
escola. Compare e comprove os VALORES A PREÇO DE CUSTO.
6) Entrevistas de orientação familiar ajudaram 63 famílias, e por consequência mais de 100
alunos a CUSTO ZERO para os pais.
7) 150 aulas de orientação alimentar foram dadas, além de 43 cardápios semanais montados
por nossa nutricionista, para que a cantina possa oferecer uma alimentação balanceada e de qualidade.
Aqui se aprende a comer frutas, legumes e verduras!
8) 60 atividades de culinária foram realizadas, somando-se ao trabalho de nutrição a CUSTO
ZERO para os pais.
9) ZERO também foi o número de aulas vagas em 2009.
10) 5 professores especialistas trabalham com os alunos do infantil ao quinto ano do fundamental
1 vez por semana nas 40 semanas de aula do ano. Isso significa:
Maternal ao 1º ano/manhã e tarde com Inglês x 40 semanas = 320 aulas/ano
2º e 3º anos manhã e tarde com Artes + Ed.Física + Inglês x 40 semanas = 480 aulas/ano
4º e 5º anos manhã e tarde com Artes + Ed.Física + Inglês + História + Ciências = 800 aulas/ano
TOTAL = 1.600 (mil seiscentas) aulas/ano a CUSTO ZERO.
11) Os alunos retiraram 813 livros para levar para casa e ler, e nossa biblioteca ganhou só este
ano 350 novos volumes.
12) Realizamos 6 saídas de estudo (e não passeios...) para que nossos alunos estudem muito
além dos livros escolares, preparando-os para um futuro profissional e pessoal, A PREÇO DE CUSTO,
sem taxas adicionais.
13) ZERO também foi o número de vezes que pedimos dinheiro para presentinhos para o
papai, a mamãe, a vovó, dia disso, dia daquilo...
14) Não cobramos taxas mensais para apostilas de franchising (que além disso não levam em
conta o ritmo de cada aluno).
15) Nosso período integral não custa o dobro do período simples.
Por isso é que dizemos: ESCOLA. CUIDADO: ESCOLHA!

|